Introdução
O
presente trabalho procura-se reflectir sobre a obra de Michael Sandel
intitulada “Contra a perfeição: Ética na
era de engenharia genética”. Nesta obra, terá como o ponto de destaque o
primeiro capitulo sobre A Ética do
melhoramento.
Nesta capitulo o autor procura minuciosamente
apresentar alguns aspectos que a engenharia genética transforma nos seres
humanos, nos animais. Nota-se que através de avanço das tecnologias, o Homem
tem a tendência de modificar vários fenómenos da natureza por exemplo, o
processo de clonagem permite modificar varias experiencias como no caso de
pessoas, animais ou mesmo plantas. Neste
sentido, ao fazer esta modificação
altera a natureza da espécie criando assim um espécie geneticamente artificial.
Essas
mudanças suscitam algumas inquietações no
caso, se uma espécie sofre mudança será que continua ter a mesma personalidade ou natureza da não
modificado? Se não continua oque esta de errado?. Estas e mas ouras
inquietações que giram em volta dessa aplicação da engenharia genética e é
nesta ordem de ideias que o autor pretende despertar os demais as consequências
da alteração das espécies.
1.
A
Ética do melhoramento
Sandel
neste ponto começa apresentando um caso de
um casal que pretendia ter um filho de preferência surdo. Havia um casal
lésbica que tanto pretendia ter um filho de preferência surdo porque elas eram
surdas e o ser surdo no entender desses casa era uma identidade cultural e não
deficiência.
O
nome do casal era Sharon Duchesneau e
Candy McCullough. Com tanto orgulho de ter um filho surdo porque teriam uma
vida perfeita e uma família perfeita, foram a procura de um doador de esperma
que pelo menos na sua família tivesse cinco gerações com o fenómeno de surdez.
Depois de terem conseguido o doador de espermas conseguiram nascer o seu filho
surdo de nome Gauvin.
Depois
de algum tempo este casal recebeu tantas criticas por ter propositado ter um filho
surdo. Mas mesmo diante das critica,
este casal estava convicto que o que fizeram não foi mau porque elas desejava
ter um filho igual a elas e não constituía nada de errado.
Este
acto remete-nos a varias reflexões tais como será que é ético transformar um
ser humano consoante os nossos propósitos?,
será que este individuo geneticamente modificado continua a ser como os
outros que naturalmente nasceram surdos? E se não oque esta de errado? (Cfr.
SANDEL, 2013:10).
O
outro fenómeno que o autor apresenta em relação a aplicação da engenharia da genética
foi de um casal que pretendia ter um filho modificado. Um casal procurava um
doadora de óvulos com 1,80 metros de altura, atleta, não ter problemas médicos
e ser inteligente. Em troca de óvulos o casal poderia oferecer US$ 50 mil.
Varias
são os motivos que os pais tiveram em querer ter este tipo de criança. Aqui
podemos encontrar varias cosmovições a cerca dessa atitude, de um lado, será é
bom ter uma criança geneticamente mudado?, por outro lado, a existem pessoas
que afirmam ter uma criança geneticamente mudado é mesma coisa ter uma criança
de procriação natural.
A
transformação genética das espécies humanas é usada também nos gatos e
cães. Havia uma criança surda chamada
Julie, por ter perdido o ser amado gatinho chamado Nicky sempre lamentou a sua
morte. Um dia, conheceu uma empresa em Califórnia que fazia o serviço de
clonagem de gatos e cães. Esta empresa, o serviço de clonagem cobra por US$ 50
mil e Julie ansiosa de ter um gatinho igual a Nicky envia uma foto do seu
gatinho e um tempo depois um recebeu um gatinho igualzinho do gato dela,
Pouco
tempo depois a empresa fez uma publicidade de redução de preços, onde a
clonagem de gato podia custar US$ 32
mil e cão pela dificuldade de ser clonado podia custar
US$ 100 mil. Este fenómeno de clonagem de animais cria algumas suspeita porque
um animal de estimação clonado não é igual a do natural (Ibidem,13).
1.1.
Articulação do nosso mal-estar
A aplicação da genética nos varias espécies e
com a descoberta da genética pode nos colocar
duas realidades: a primeira é em breve seremos capazes de tratar e
prevenir doenças debilitantes e o outro problema mais graves encontra-se na mudança
que ela poderá fazer em varias fenómenos. Aqui trata-se da manipulação que poderá
ocorrer na natureza por exemplo, melhorar
nossos músculos, nossa memória e nosso humor; para escolher o sexo, a altura e
outras características genéticas de nossos filhos; para melhorar nossas
capacidades física e cognitiva; para nos tornar melhores do que a encomenda.
Em
1997, nasceu uma ovelha clonada. Com esta experiencia trouxe varias
perspectivas de ser usada a clonagem nos seres
humanos. De um lado, apesar de alguns concordarem que esta actividade é
melhor, os cientistas estão convictos que esta actividade de clonagem é muito
ariscado porque pode criar-se certas anomalias e defeitos nas espécies
(Ibidem,13-14).
Vamos
supor que a clonagem foi feita numa mulher grávida e nasce um filho com
aparência da sua mãe, pai, irmão, avo ou mesmo alguns parente que já
faleceram, que poderia de errado nesse
processo é:
Alguns afirmam que a clonagem é errada
porque viola o direito da criança à autonomia. Ao escolher de antemão as
características genéticas do filho, os pais o confinariam a uma vida à sombra de
alguém que já existiu e, assim, privariam a criança do direito a um futuro
aberto. A objecção da autonomia vale não só contra a clonagem, mas também
contra qualquer forma de bioengenharia que permita a escolha de características
genéticas. De acordo com essa objecção, o problema da engenharia genética é que
as “crianças projectadas” não são inteiramente livres; até mesmo os
melhoramentos genéticos desejáveis (digamos, talento musical ou aptidão para os
exportes) conduziriam a criança a essa ou àquela escolha de vida, ferindo sua
autonomia e violando seu direito à escolha própria de um projecto de vida
(SANDEL, 2013:14)
A
criança geneticamente mudada com aparência dos seus pais, família ou mesmo
pessoas que foram membros da família, isto é, falecidos, poderá ter dificuldade
em formar a sua própria personalidade, projectar o seu futuro consoante aquilo
que ela pretende ser porque tudo já foi traçado para ela. Por outro lado, a
criança não é livre, se ter uma aparência de um falecido sempre ela servira de
espelho de fazer reviver a pessoa já falecido, logo, reside assim a falta de autonomia e liberdade.
Este
processo de mudança de genética nas crianças, de fazer clonagem nos seres
humanos é constitui um atitude ético e muito menos aceitável por muitos por alterar
os princípios da natureza. Entretanto
este realidade segundo Sandel (2013:14)suscita duas razões:
Primeiro porque implica erroneamente
que, na ausência de um progenitor projectista, as crianças sejam livres para
escolher suas características físicas. Ninguém, entretanto, escolhe a própria
herança genética. A alternativa a uma criança clonada ou geneticamente
melhorada não é uma criança cujo futuro está isento de restrições e do escopo
de talentos específicos, mas sim uma criança que está à mercê da loteria
genética. Em segundo lugar, ainda que a preocupação com a autonomia explique
parte de nossas preocupações em relação a crianças feitas sob encomenda, ela
não explica a inquietação moral em relação a pessoas que buscam melhoramentos
genéticos para si próprias. Nem todas as intervenções genéticas são
transmitidas gerações afora. A terapia genética em células não reprodutivas (ou
somáticas), tais como as fibras musculares ou os neurónios, age no sentido de
reparar ou substituir genes defeituosos. O dilema moral surge quando as pessoas
utilizam tais terapias não para curar uma doença, e sim para ir além da saúde,
para melhorar suas capacidades físicas ou cognitivas, para erguer-se acima da
norma geral
Numa
primeira instancia a criança clonada nunca terá a liberdade de escolher a sua personalidade
e não terá autonomia. Por outro lado, as modificações genéticas que se
concentram nos óvulos, espermatozóides ou embrião podem afectar posteriormente
outros filhos que poderão ser nascidos.
As
modificações da engenharia genética ao serem aplicadas nos seres humanos rompem
a moral da natureza. na cirurgia plástica a tendência é procurar modificara
fisionomia humana, a natureza do ser humano e não dá a melhor garantir de
cuidar das doenças, da saúde.
A
Ética do melhoramento esta intrinsecamente ligados com alguns temas que poucos
são tratadas na época moderna. Todavia, podemos encontrar alguns temas:
bioengenharia que já
melhoramento
muscular, da memória e da altura e selecção de sexo (Ibidem, 15).
1.1.1.
Músculos
Alguns
cientistas desenvolveram um gene sintético para a aplicação de ratos, mas este
poderá atrair aos atletas para poderá ajudar o crescimento dos músculos e
evitar que os músculos tenham problemas em relação a idade com fins
competitivos. Esta terapia tem certas
vantagens como de aumentar os músculos, curar as partes do lesados e fortificar
os osso saudáveis.
O
Comité Olímpico Internacional (COI) adverte que os atletas usando esta terapia
não será possível detectar os genes alterados na urina e no sangue. Os atletas,
por um lado, usando estes medicamentos poderão provocar a desigualdade e a
segurança porque do lado da segurança, pode se notar que os atletas usando esta
terapia poderá ter sempre o cuidado com as drogas que usam em não provocar
outros problemas ou mesmo poderá provocar certos problemas de saúde, por lado
da desigualdade, dentro de um equipe pode ser que alguns seja mais credenciados
que os outros por exemplos pode correr risco de excluir os atletas que não
possuem os músculos alterados. Diz Sandel (2013:16):
Os dois motivos mais óbvios para banir o
uso de drogas nos esportes são a segurança e a igualdade: os esteroides
apresentam efeitos colaterais danosos, e permitir que alguns atletas melhorem
seu desempenho arriscando-se a prejudicar seriamente a saúde colocaria seus
adversários em um pé de injusta desigualdade. Mas suponhamos, a título de
argumentação, que a terapia genética de melhoramento muscular fosse segura, ou
pelo menos não mais arriscada do que um programa de musculação rigoroso.
Aqui
podemos encontrar varias tendência de curar casos acha músculos lesados,
competências físicas na competição de exporte, mais por outro lado poderá
danificar o organismo.
Se não há problema que um atleta
machucado repare uma lesão muscular com a ajuda da terapia genética, por que é
errado que esse mesmo atleta estenda a terapia de modo a não apenas curar o
músculo, mas também voltar para o páreo melhor ainda do que antes? Podemos
argumentar que um atleta geneticamente modificado teria uma vantagem injusta em
relação a seus adversários não melhorados, porém o argumento contra o
melhoramento apoiado na questão da justiça tem em si uma falha fatal. Sempre
houve atletas geneticamente superiores e, contudo, não julgamos que a
desigualdade natural da herança genética de uns em relação a outros prejudique
a justiça nas competições esportivas (Idem).
O
uso da terapia genética provoca desigualdade porque muitos podem não conseguir
aderir, logo haverá falta de justiça a tendência maior de participar nas competições
de exporte será os geneticamente modificado e não os que não o aderiram.
1.1.2.
Memoria
A
memoria também pode ser modificada tal como os músculos. Em meados da década de
1990, cientistas conseguiram manipular um gene das drosófilas ligado à memória
e criaram moscas com memória fotográfica. Mais recentemente, pesquisadores
produziram ratos inteligentes ao inserir em seus embriões cópias extras de um gene
relacionado à memória.
Estes
ratos conseguem decorar vários objectos, reconhecem alguns objectos eléctricos
e dificilmente perdem memoria. Os medicamentos para memoria são chamado por
melhoradores cognitivos e estas por um
lado pode ajudar os que sofrem de distúrbios mentais.
Esta terapia ajuda bastante a esquecer coisas
não agradáveis, como no caso quem deseja apagar o impacto de lembranças
traumáticas ou dolorosas poderá em breve tomar um medicamento capaz de evitar que
os acontecimentos horrendos irrompam de modo vívido na memória. Pessoas vítimas
de violência sexual, soldados expostos à carnificina da guerra ou membros de
equipes de salvamento e resgate obrigados a enfrentar o desfecho de um ataque
terrorista poderiam tomar uma droga supressora da memória para nublar um trauma
que, de outro modo, talvez os atormentasse por toda a vida. Por outro lado,
pode provocar uma situação de amnésia que vai consistir em esquecer coisas que
não deviriam ser esquecidas (Ibidem, 18).
Esta
terapia apesar de trazer aspectos
positivos por outra traz aspectos negativos ou por outra diz Sandel:
(…) “Alguns dos que se preocupam com a
ética do melhoramento cognitivo apontam para o perigo de criar duas classes de
seres humanos — aqueles com acesso às tecnologias de melhoramento genético e
aqueles que precisam se virar com uma memória inalterada que se deteriora com a
idade. E se os melhoramentos puderem ser transmitidos de geração em geração, as
duas classes poderiam um dia tornar-se subespécies humanas: os melhorados e os
naturais”(Idem).
Diante
a este situação remete-nos varias indagações como no caso das suas vantagens e
desvantagens. Aumentando a memoria pode se modificar um individuo aumentando a
inteligência ou perturbando a memoria ou
mesmo os que possuem inteligência acima do normal poderão criar instabilidade
diante os outros que possuem inteligência baixa. Aderir esta terapia genética
implica a alteração natural da funcionalidade da memoria humana, logo isso pode
trazer constrangimentos ao aplicar as drogas na memoria.
1.1.3.
Altura
A
partir dos anos 1980, a terapia com hormônio do crescimento humano foi aprovada
para crianças portadoras de uma deficiência hormonal que as torna bem mais
baixas do que a média. Por outro lado, pode se aumentar as crianças saudáveis
que os pais não estejam satisfeitos pela altura do seu filho ou filha.
A
FDA a aprovar o uso do hormônio de crescimento humano para crianças saudáveis
cuja projecção de altura quando adultas se situasse no percentil mais baixo
menos de 1,60 metro no caso dos meninos e menos de 1,48 metro no caso das
meninas (Ibidem, 19).
Tanto
como a aplicação da terapia genética para músculos, memoria suscita varias
indagações que atinge no âmbito da ética e da vida social.
Essa pequena concessão levanta uma
grande questão relativa à ética do melhoramento: se os tratamentos hormonais
não precisam mais se limitar às crianças com deficiências hormonais, por que
deveriam então estar disponíveis somente para crianças muito baixas? Por que
não deveriam estar disponíveis a todas as crianças mais baixas do que a média?
E que dizer de uma criança de altura normal que desejasse ser mais alta para
entrar no time de basquete? (Idem).
Estas
são algumas indagações que o aumento da altura suscita na vida social. Este
tratamento é de alto custo porque por seis (6) injecções que são aplicadas
durante a semana chegam a custar US$ 20 mil e a tendência de ganhar altura
variado de 5 e 7,5 centímetros.
São
vários motivos que os pais desejam aumentar a altura dos seus filhos. Mas o que
esta de errado nisso é a criança modificada da forma natural para a forma
artificial; a criança será obrigada a viver com uma fisionomia não desejada,
estas e mais outras realidades.
1.1.4.
Selecção
de sexo
Desde nos primórdios da humanidade,
existiram e existem vários pais que
tentam escolher o sexo de filhos que desejassem ter. outros nalgum momento
acertavam o tipo de sexo que pretendem ter em seu filho. Estas analogias são do
âmbito popular ou do senso comum.
Aristóteles aconselhava que os homens
que desejavam um menino amarrassem o testículo esquerdo antes da relação
sexual. O Talmude ensina que os homens que se contêm e permitem que as mulheres
cheguem primeiramente ao orgasmo serão abençoados com um garoto. Outros métodos
recomendados envolviam combinar o momento da relação sexual com a época da
concepção ou as fases da lua. Hoje a bioengenharia encontra êxito onde os
remédios populares falharam (Idem).
Estas
são algumas mitologias que eram usadas em volta dos tempos antes do
aparecimento da engenharia genética para a escolha do sexo de filhos. Depois de
algum tempo apareceu a técnica para a selecção de sexo.
Uma das técnicas utilizadas para
escolher o sexo dos bebés surgiu com os exames pré-natais baseados no ultrassom
e na amniocentese. Tais tecnologias foram desenvolvidas para detectar
anormalidades genéticas, como espinha bífida e síndrome de Down, mas, como
também permitiram detectar o sexo de um feto, possibilitaram que se fizesse o
aborto de um feto de sexo indesejado (Ibidem,21).
Além
deste método de seleccionar o sexo de um bebe a partir do parto, existe método no
caso de casais que se in vitro (FIV), é possível escolher o sexo da criança
antes da implantação do óvulo fertilizado no útero.
Esse
procedimento de escolha de sexo funciona da seguinte maneira:
diversos óvulos são fertilizados em uma
placa de Petri. Quando atingem o estágio de oito células (ou seja, depois de
aproximadamente três dias), os embriões são testados para determinação do sexo.
Os do sexo desejado são implantados; os outros são descartados. Embora poucos
casais estejam dispostos a encarar as dificuldades e o custo elevado da FIV
apenas para escolher o sexo do filho, os testes embrionários são um meio
altamente confiável para a selecção do sexo (Idem).
O
mundo cada vez mais globalizado e controlada pelas tecnologias, cada vez mais
aumenta a tenência de modificar tudo. O homem tenda romper vários fenómenos da
estatura natural para artificial, ou melhor tenta modifica-las segundo os seus
propósitos. Uma das clinicas que faz este processo é Genetics & IVF
Institute.
Esta
clinica voltada para fins lucrativos usa a técnica de selecção de seleção de
espermatozóides que permite que os clientes escolham o sexo dos filhos antes
mesmo da concepção. O espermatozóide com cromossomo X (que produz meninas)
carrega mais DNA do que o espermatozóide com cromossomo Y (que produz meninos);
com o uso de um aparelho chamado citômetro de fluxo, é possível diferenciá-los.
Seja
qual for a técnica usada para modificar os órgãos do corpo, suscita acto
moralmente inquietante. A clonagem e a
aplicação da engenharia genética traz um problema de degradação da dignidade
humana. Por isso, quando o Homem tenta romper com a estatura natural do corpo
remete um acto moralmente não aceitável e, isso pode não ser verdade para a
sociedade desenvolvida economicamente, mas não deixa de ser polemico.
Conclusão
Esta
é mais uma das obras que Sandel tenta
mostrar a degradação da dignidade do Homem moderno. O mundo cada vez mais
globalizado, aumente também o avanço tecnológico que é acompanhada pelo
capitalismo aumentando assim a visão do Homem em relação apropriação da
natureza.
Na
obra intitulada “O que o dinheiro não
compra: os limites morais do mercado”,
Sandel procura mostrar os limites que o dinheiro tem apesar que todo esta a
venda ela não consegue pagar. Há certas coisas que o dinheiro não consegue
comprar e este fenómeno de economia o Homem com uso da técnica e ciência
transforma varias realidades segundo os seus propósitos.
Esta
obra segue a mesma linha de pensamento de mostrar o poder de dinheiro e com
acompanhamento da tecnologia faz na transformação do corpo humano.
Seja aumentar a altura, escolher o tipo de sexo
que desejamos para o nosso filho, aumentar as músculos, modificar um individuo
para uma certa estatura, uso da clonagem, rompe com os princípios éticos e a
dignidade humana.
Diante
o pensamento de Sandel procura alertar-nos que com o poder que o dinheiro tem e
com a conquista do capitalismo, o Homem procurar criar varias tecnologias para
modificar certos aspectos segundo o que ele pretende almejar. Esta modificação por mais que seja vantajosa
como a maioria pensa mais por outro lado descarta a dignidade humana e cria
varias personalidade e subespécies
modificados que rompem com os princípios éticos afectando assim a saúde,
a vida de muitos.
Referencias bibliográficas
SANDEL,
Michael. Contra a Perfeição: a Ética na
era da engenharia genética. 1a edição,
civilização brasileira, Rio de Janeiro,
2013.
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