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Michael Sande - A Etica do melhoramento


Caixa de texto: iiÍndice
1.1.2.Memoria. 7
1.1.3.Altura. 8
















Introdução
O presente trabalho procura-se reflectir sobre a obra de Michael Sandel intitulada “Contra a perfeição: Ética na era de engenharia genética”. Nesta obra, terá como o ponto de destaque o primeiro capitulo sobre A Ética do melhoramento.
 Nesta capitulo o autor procura minuciosamente apresentar alguns aspectos que a engenharia genética transforma nos seres humanos, nos animais. Nota-se que através de avanço das tecnologias, o Homem tem a tendência de modificar vários fenómenos da natureza por exemplo, o processo de clonagem permite modificar varias experiencias como no caso de pessoas, animais ou mesmo plantas.  Neste sentido,  ao fazer esta modificação altera a natureza da espécie criando assim um espécie geneticamente artificial.
Essas mudanças suscitam algumas inquietações no  caso, se uma espécie sofre mudança será que continua ter  a mesma personalidade ou natureza da não modificado? Se não continua oque esta de errado?. Estas e mas ouras inquietações que giram em volta dessa aplicação da engenharia genética e é nesta ordem de ideias que o autor pretende despertar os demais as consequências da alteração das espécies.












1.      A Ética do melhoramento
Sandel neste ponto começa apresentando um caso  de um casal que pretendia ter um filho de preferência surdo. Havia um casal lésbica que tanto pretendia ter um filho de preferência surdo porque elas eram surdas e o ser surdo no entender desses casa era uma identidade cultural e não deficiência.
O nome do casal  era Sharon Duchesneau e Candy McCullough. Com tanto orgulho de ter um filho surdo porque teriam uma vida perfeita e uma família perfeita, foram a procura de um doador de esperma que pelo menos na sua família tivesse cinco gerações com o fenómeno de surdez. Depois de terem conseguido o doador de espermas conseguiram nascer o seu filho surdo de nome Gauvin.
Depois de algum tempo este casal recebeu tantas criticas por ter propositado ter um filho surdo.  Mas mesmo diante das critica, este casal estava convicto que o que fizeram não foi mau porque elas desejava ter um filho igual a elas e não constituía nada de errado.
Este acto remete-nos a varias reflexões tais como será que é ético transformar um ser humano consoante os nossos propósitos?,  será que este individuo geneticamente modificado continua a ser como os outros que naturalmente nasceram surdos? E se não oque esta de errado? (Cfr. SANDEL, 2013:10).
O outro fenómeno que o autor apresenta em relação a aplicação da engenharia da genética foi de um casal que pretendia ter um filho modificado. Um casal procurava um doadora de óvulos com 1,80 metros de altura, atleta, não ter problemas médicos e ser inteligente. Em troca de óvulos o casal poderia oferecer US$ 50 mil.
Varias são os motivos que os pais tiveram em querer ter este tipo de criança. Aqui podemos encontrar varias cosmovições a cerca dessa atitude, de um lado, será é bom ter uma criança geneticamente mudado?, por outro lado, a existem pessoas que afirmam ter uma criança geneticamente mudado é mesma coisa ter uma criança de procriação natural.
A transformação genética das espécies humanas é usada também nos gatos e cães.  Havia uma criança surda chamada Julie, por ter perdido o ser amado gatinho chamado Nicky sempre lamentou a sua morte. Um dia, conheceu uma empresa em Califórnia que fazia o serviço de clonagem de gatos e cães. Esta empresa, o serviço de clonagem cobra por US$ 50 mil e Julie ansiosa de ter um gatinho igual a Nicky envia uma foto do seu gatinho e um tempo depois um recebeu um gatinho igualzinho do gato dela,
Pouco tempo depois a empresa fez uma publicidade de redução de preços, onde a clonagem de gato podia custar   US$ 32 mil  e cão  pela dificuldade de ser clonado podia custar US$ 100 mil. Este fenómeno de clonagem de animais cria algumas suspeita porque um animal de estimação clonado não é igual a do natural (Ibidem,13).
1.1. Articulação do nosso mal-estar
 A aplicação da genética nos varias espécies e com a descoberta da genética pode nos colocar  duas realidades: a primeira é em breve seremos capazes de tratar e prevenir doenças debilitantes e o outro problema mais graves encontra-se na mudança que ela poderá fazer em varias fenómenos. Aqui trata-se da manipulação que poderá ocorrer   na natureza por exemplo, melhorar nossos músculos, nossa memória e nosso humor; para escolher o sexo, a altura e outras características genéticas de nossos filhos; para melhorar nossas capacidades física e cognitiva; para nos tornar melhores do que a encomenda.
Em 1997, nasceu uma ovelha clonada. Com esta experiencia trouxe varias perspectivas de ser usada a clonagem nos seres  humanos. De um lado, apesar de alguns concordarem que esta actividade é melhor, os cientistas estão convictos que esta actividade de clonagem é muito ariscado porque pode criar-se certas anomalias e defeitos nas espécies (Ibidem,13-14).
Vamos supor que a clonagem foi feita numa mulher grávida e nasce um filho com aparência da sua mãe, pai, irmão, avo ou mesmo alguns parente que já faleceram,  que poderia de errado nesse processo é: 
Alguns afirmam que a clonagem é errada porque viola o direito da criança à autonomia. Ao escolher de antemão as características genéticas do filho, os pais o confinariam a uma vida à sombra de alguém que já existiu e, assim, privariam a criança do direito a um futuro aberto. A objecção da autonomia vale não só contra a clonagem, mas também contra qualquer forma de bioengenharia que permita a escolha de características genéticas. De acordo com essa objecção, o problema da engenharia genética é que as “crianças projectadas” não são inteiramente livres; até mesmo os melhoramentos genéticos desejáveis (digamos, talento musical ou aptidão para os exportes) conduziriam a criança a essa ou àquela escolha de vida, ferindo sua autonomia e violando seu direito à escolha própria de um projecto de vida (SANDEL, 2013:14)

A criança geneticamente mudada com aparência dos seus pais, família ou mesmo pessoas que foram membros da família, isto é, falecidos, poderá ter dificuldade em formar a sua própria personalidade, projectar o seu futuro consoante aquilo que ela pretende ser porque tudo já foi traçado para ela. Por outro lado, a criança não é livre, se ter uma aparência de um falecido sempre ela servira de espelho de fazer reviver a pessoa já falecido, logo, reside assim a  falta de autonomia e liberdade.
Este processo de mudança de genética nas crianças, de fazer clonagem nos seres humanos é constitui um atitude ético e muito menos aceitável por muitos por alterar os princípios da natureza.  Entretanto este realidade segundo Sandel (2013:14)suscita duas razões:

Primeiro porque implica erroneamente que, na ausência de um progenitor projectista, as crianças sejam livres para escolher suas características físicas. Ninguém, entretanto, escolhe a própria herança genética. A alternativa a uma criança clonada ou geneticamente melhorada não é uma criança cujo futuro está isento de restrições e do escopo de talentos específicos, mas sim uma criança que está à mercê da loteria genética. Em segundo lugar, ainda que a preocupação com a autonomia explique parte de nossas preocupações em relação a crianças feitas sob encomenda, ela não explica a inquietação moral em relação a pessoas que buscam melhoramentos genéticos para si próprias. Nem todas as intervenções genéticas são transmitidas gerações afora. A terapia genética em células não reprodutivas (ou somáticas), tais como as fibras musculares ou os neurónios, age no sentido de reparar ou substituir genes defeituosos. O dilema moral surge quando as pessoas utilizam tais terapias não para curar uma doença, e sim para ir além da saúde, para melhorar suas capacidades físicas ou cognitivas, para erguer-se acima da norma geral

Numa primeira instancia a criança clonada nunca terá a liberdade de escolher a sua personalidade e não terá autonomia. Por outro lado, as modificações genéticas que se concentram nos óvulos, espermatozóides ou embrião podem afectar posteriormente outros filhos que poderão ser nascidos.
As modificações da engenharia genética ao serem aplicadas nos seres humanos rompem a moral da natureza. na cirurgia plástica a tendência é procurar modificara fisionomia humana, a natureza do ser humano e não dá a melhor garantir de cuidar das doenças, da saúde.
A Ética do melhoramento esta intrinsecamente ligados com alguns temas que poucos são tratadas na época moderna. Todavia, podemos encontrar alguns temas: bioengenharia que já
melhoramento muscular, da memória e da altura e selecção de sexo (Ibidem, 15).

1.1.1.      Músculos
Alguns cientistas desenvolveram um gene sintético para a aplicação de ratos, mas este poderá atrair aos atletas para poderá ajudar o crescimento dos músculos e evitar que os músculos tenham problemas em relação a idade com fins competitivos.  Esta terapia tem certas vantagens como de aumentar os músculos, curar as partes do lesados e fortificar os osso saudáveis.
O Comité Olímpico Internacional (COI) adverte que os atletas usando esta terapia não será possível detectar os genes alterados na urina e no sangue. Os atletas, por um lado, usando estes medicamentos poderão provocar a desigualdade e a segurança porque do lado da segurança, pode se notar que os atletas usando esta terapia poderá ter sempre o cuidado com as drogas que usam em não provocar outros problemas ou mesmo poderá provocar certos problemas de saúde, por lado da desigualdade, dentro de um equipe pode ser que alguns seja mais credenciados que os outros por exemplos pode correr risco de excluir os atletas que não possuem os músculos alterados. Diz Sandel (2013:16):
Os dois motivos mais óbvios para banir o uso de drogas nos esportes são a segurança e a igualdade: os esteroides apresentam efeitos colaterais danosos, e permitir que alguns atletas melhorem seu desempenho arriscando-se a prejudicar seriamente a saúde colocaria seus adversários em um pé de injusta desigualdade. Mas suponhamos, a título de argumentação, que a terapia genética de melhoramento muscular fosse segura, ou pelo menos não mais arriscada do que um programa de musculação rigoroso.

Aqui podemos encontrar varias tendência de curar casos acha músculos lesados, competências físicas na competição de exporte, mais por outro lado poderá danificar o organismo.
Se não há problema que um atleta machucado repare uma lesão muscular com a ajuda da terapia genética, por que é errado que esse mesmo atleta estenda a terapia de modo a não apenas curar o músculo, mas também voltar para o páreo melhor ainda do que antes? Podemos argumentar que um atleta geneticamente modificado teria uma vantagem injusta em relação a seus adversários não melhorados, porém o argumento contra o melhoramento apoiado na questão da justiça tem em si uma falha fatal. Sempre houve atletas geneticamente superiores e, contudo, não julgamos que a desigualdade natural da herança genética de uns em relação a outros prejudique a justiça nas competições esportivas (Idem).

O uso da terapia genética provoca desigualdade porque muitos podem não conseguir aderir, logo haverá falta de justiça a tendência maior de participar nas competições de exporte será os geneticamente modificado e não os que não o aderiram.

1.1.2.      Memoria
A memoria também pode ser modificada tal como os músculos. Em meados da década de 1990, cientistas conseguiram manipular um gene das drosófilas ligado à memória e criaram moscas com memória fotográfica. Mais recentemente, pesquisadores produziram ratos inteligentes ao inserir em seus embriões cópias extras de um gene relacionado à memória.

Estes ratos conseguem decorar vários objectos, reconhecem alguns objectos eléctricos e dificilmente perdem memoria. Os medicamentos para memoria são chamado por melhoradores cognitivos  e estas por um lado pode ajudar os que sofrem de distúrbios mentais.
 Esta terapia ajuda bastante a esquecer coisas não agradáveis, como no caso quem deseja apagar o impacto de lembranças traumáticas ou dolorosas poderá em breve tomar um medicamento capaz de evitar que os acontecimentos horrendos irrompam de modo vívido na memória. Pessoas vítimas de violência sexual, soldados expostos à carnificina da guerra ou membros de equipes de salvamento e resgate obrigados a enfrentar o desfecho de um ataque terrorista poderiam tomar uma droga supressora da memória para nublar um trauma que, de outro modo, talvez os atormentasse por toda a vida. Por outro lado, pode provocar uma situação de amnésia que vai consistir em esquecer coisas que não deviriam ser esquecidas (Ibidem, 18).
Esta terapia apesar de trazer  aspectos positivos por outra traz aspectos negativos ou por outra diz Sandel:
(…) “Alguns dos que se preocupam com a ética do melhoramento cognitivo apontam para o perigo de criar duas classes de seres humanos — aqueles com acesso às tecnologias de melhoramento genético e aqueles que precisam se virar com uma memória inalterada que se deteriora com a idade. E se os melhoramentos puderem ser transmitidos de geração em geração, as duas classes poderiam um dia tornar-se subespécies humanas: os melhorados e os naturais”(Idem).

Diante a este situação remete-nos varias indagações como no caso das suas vantagens e desvantagens. Aumentando a memoria pode se modificar um individuo aumentando a inteligência ou perturbando  a memoria ou mesmo os que possuem inteligência acima do normal poderão criar instabilidade diante os outros que possuem inteligência baixa. Aderir esta terapia genética implica a alteração natural da funcionalidade da memoria humana, logo isso pode trazer constrangimentos ao aplicar as drogas na memoria. 

1.1.3.      Altura
A partir dos anos 1980, a terapia com hormônio do crescimento humano foi aprovada para crianças portadoras de uma deficiência hormonal que as torna bem mais baixas do que a média. Por outro lado, pode se aumentar as crianças saudáveis que os pais não estejam satisfeitos pela altura do seu filho ou filha.
A FDA a aprovar o uso do hormônio de crescimento humano para crianças saudáveis cuja projecção de altura quando adultas se situasse no percentil mais baixo menos de 1,60 metro no caso dos meninos e menos de 1,48 metro no caso das meninas (Ibidem, 19).
Tanto como a aplicação da terapia genética para músculos, memoria suscita varias indagações que atinge no âmbito da ética e da vida social.
Essa pequena concessão levanta uma grande questão relativa à ética do melhoramento: se os tratamentos hormonais não precisam mais se limitar às crianças com deficiências hormonais, por que deveriam então estar disponíveis somente para crianças muito baixas? Por que não deveriam estar disponíveis a todas as crianças mais baixas do que a média? E que dizer de uma criança de altura normal que desejasse ser mais alta para entrar no time de basquete? (Idem).

Estas são algumas indagações que o aumento da altura suscita na vida social. Este tratamento é de alto custo porque por seis (6) injecções que são aplicadas durante a semana chegam a custar US$ 20 mil e a tendência de ganhar altura variado de 5 e 7,5 centímetros.
São vários motivos que os pais desejam aumentar a altura dos seus filhos. Mas o que esta de errado nisso é a criança modificada da forma natural para a forma artificial; a criança será obrigada a viver com uma fisionomia não desejada, estas e mais outras realidades.

1.1.4.      Selecção de sexo
 Desde nos primórdios da humanidade, existiram  e existem vários pais que tentam escolher o sexo de filhos que desejassem ter. outros nalgum momento acertavam o tipo de sexo que pretendem ter em seu filho. Estas analogias são do âmbito popular ou do senso comum.
Aristóteles aconselhava que os homens que desejavam um menino amarrassem o testículo esquerdo antes da relação sexual. O Talmude ensina que os homens que se contêm e permitem que as mulheres cheguem primeiramente ao orgasmo serão abençoados com um garoto. Outros métodos recomendados envolviam combinar o momento da relação sexual com a época da concepção ou as fases da lua. Hoje a bioengenharia encontra êxito onde os remédios populares falharam (Idem).

Estas são algumas mitologias que eram usadas em volta dos tempos antes do aparecimento da engenharia genética para a escolha do sexo de filhos. Depois de algum tempo apareceu a técnica para a selecção de sexo.
Uma das técnicas utilizadas para escolher o sexo dos bebés surgiu com os exames pré-natais baseados no ultrassom e na amniocentese. Tais tecnologias foram desenvolvidas para detectar anormalidades genéticas, como espinha bífida e síndrome de Down, mas, como também permitiram detectar o sexo de um feto, possibilitaram que se fizesse o aborto de um feto de sexo indesejado (Ibidem,21).

Além deste método de seleccionar o sexo de um bebe a partir do parto, existe método no caso de casais que se in vitro (FIV), é possível escolher o sexo da criança antes da implantação do óvulo fertilizado no útero.  

Esse procedimento de escolha de sexo funciona da seguinte maneira:
diversos óvulos são fertilizados em uma placa de Petri. Quando atingem o estágio de oito células (ou seja, depois de aproximadamente três dias), os embriões são testados para determinação do sexo. Os do sexo desejado são implantados; os outros são descartados. Embora poucos casais estejam dispostos a encarar as dificuldades e o custo elevado da FIV apenas para escolher o sexo do filho, os testes embrionários são um meio altamente confiável para a selecção do sexo (Idem).


O mundo cada vez mais globalizado e controlada pelas tecnologias, cada vez mais aumenta a tenência de modificar tudo. O homem tenda romper vários fenómenos da estatura natural para artificial, ou melhor tenta modifica-las segundo os seus propósitos. Uma das clinicas que faz este processo é Genetics & IVF Institute.
Esta clinica voltada para fins lucrativos usa a técnica de selecção de seleção de espermatozóides que permite que os clientes escolham o sexo dos filhos antes mesmo da concepção. O espermatozóide com cromossomo X (que produz meninas) carrega mais DNA do que o espermatozóide com cromossomo Y (que produz meninos); com o uso de um aparelho chamado citômetro de fluxo, é possível diferenciá-los.
Seja qual for a técnica usada para modificar os órgãos do corpo, suscita acto moralmente inquietante. A  clonagem e a aplicação da engenharia genética traz um problema de degradação da dignidade humana. Por isso, quando o Homem tenta romper com a estatura natural do corpo remete um acto moralmente não aceitável e, isso pode não ser verdade para a sociedade desenvolvida economicamente, mas não deixa de ser polemico.













Conclusão
Esta é  mais uma das obras que Sandel tenta mostrar a degradação da dignidade do Homem moderno. O mundo cada vez mais globalizado, aumente também o avanço tecnológico que é acompanhada pelo capitalismo aumentando assim a visão do Homem em relação apropriação da natureza.
  
Na obra intitulada “O que o dinheiro não compra: os limites morais do mercado, Sandel procura mostrar os limites que o dinheiro tem apesar que todo esta a venda ela não consegue pagar. Há certas coisas que o dinheiro não consegue comprar e este fenómeno de economia o Homem com uso da técnica e ciência transforma varias realidades segundo os seus propósitos.
Esta obra segue a mesma linha de pensamento de mostrar o poder de dinheiro e com acompanhamento da tecnologia faz na transformação do corpo humano.
Seja  aumentar a altura, escolher o tipo de sexo que desejamos para o nosso filho, aumentar as músculos, modificar um individuo para uma certa estatura, uso da clonagem, rompe com os princípios éticos e a dignidade humana.
Diante o pensamento de Sandel procura alertar-nos que com o poder que o dinheiro tem e com a conquista do capitalismo, o Homem procurar criar varias tecnologias para modificar certos aspectos segundo o que ele pretende almejar.  Esta modificação por mais que seja vantajosa como a maioria pensa mais por outro lado descarta a dignidade humana e cria varias personalidade e subespécies  modificados que rompem com os princípios éticos afectando assim a saúde, a vida de muitos.













Referencias bibliográficas
SANDEL, Michael. Contra a Perfeição: a Ética na era da engenharia genética. 1a edição,

        civilização brasileira, Rio de Janeiro, 2013. 

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